05 de Abril de 2006

.eu, net- Msn

Outro dia estava pensando com os inexistentes botões da minha camiseta básica:

- “Tem coisa mais chata que msn?”

Putz… e é incrível como esse programinha de mensagens instantâneas pode consumir horas do nosso dia e atrapalhar o rabalho tal qual um bebê chorão ou um moleque chato pedindo um Mc Lanche Feliz!
Resolvi inaugurar uma nova forma de comunicação via msn… Utilizando a ferramenta “Mensagem Manuscrita” eu consegui otimizar meu tempo respondendo às pessoas que teimam em falar comigo enquanto estou no modo “Ocupado”. Eu simplesmente faço um desenho e não digo mais nada… A pessoa fica horas pedindo atenção e só obtém um rabisco elaborado em segundos…

Veja os exemplos:


“Não percebe que estou ocupado, sua lesma?!”


“Por mim, você morre agonizando… Estou ocupado!”

Ou simplesmente:


“Você tem cara de macaco!”

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11 de Fevereiro de 2006

.News, eu- Xangô

Em meio à enigmas como o Código daVinci, e outros tantos fenômenos literários de suspense que despertam tanta ânsia e curiosidade na gente, me deparei com um caso digno do próprio Sherlock Holmes. Se o Xangô uma vez disse que “o coração e a mente de uma mulher são enigmas insolúveis para o homem”, imagine o que ele diria se encontrasse, tarde da noite, este bilhete deixado pela empregada daqui de casa:

Horas depois, descobri que a tal mensagem encriptada era endereçada à minha mãe…
E junto com ela, desvendei o hieróglifo:

“Dona Mônica, Faça pizza para Lucas”

É Elementar, meu caro Watson!

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20 de Janeiro de 2006

.lenda, pensando alto- Papo estranho


- Você me ensina a (Huh!) editar fotos no computador?

Porra, Michael… Tipo… Não é tão fácil… Por exemplo, cê quer saber como comecei nesse lance de Direção de Arte?

Foi mais ou menos assim:

1 – No Primário - Todos os trabalhos dos colegas da escola (quando feitos no computador) eram escritos com Times New Roman. Aí descobri a fonte Comic Sans e me achei o moderninho…

2 - No Ginásio - Depois de enjoar da Comic Sans comecei a entender direito o Word e descobri a ferramenta Word Art. Cores em excesso nos trabalhos do colégio…

3 - Na Faculdade - Disseram que o Corel Draw era legal e comecei a futucar a tal Mídia Artística… Aí já viu! Marcas de tinta em todos os layouts…

4 - No Estágio - Comecei a fuçar o Photoshop e descobri o Chanfro e Entalhe. Uma espécie de “Quase 3D” para minhas “obras primas”…

5 - No Trabalho - Depois de pegar ódio de todos os passos anteriores, comecei a ler e estudar de verdade. Porque apenas fuçar programas não me levaria a lugar algum… A não ser que eu quisesse trabalhar na CopyArt… O que não é o caso…

Mas é isso… Se você quiser editar suas próprias fotos, basta dominar as ferramentas básicas do programa e ter alguma noção de estética, para não ficarem muito mal feitas…


- Ah pode deixar que isso eu tenho! (Tchá! Uhuu!)

Ô…

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01 de Janeiro de 2006

.pensando alto- Da série: Piadinhas infames. Trânsito

Rapaz… fico aqui pensando:
“Essa engenharia de tráfego da cidade de Salvador é mesmo amadora!”
Imagine que agora eles querem que a faixa da direita seja de uso exclusivo dos ônibus…
E para impedir que os carros passem para o lado de lá, eles me colocam no chão vários murinhos de meio centímetro! hehehehehe
Como se isso fosse um grande muro de Berlin protetor da área dos coletivos!
Essa SET tem cada idéia…

E o pior!
Não é que os toquinhos estão mesmo impedindo a passagem dos carros para a faixa da direita!!!
Ê povo medroso!!!

Aiai… Feliz ano novo…

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16 de Novembro de 2005

.poema- Catarse

Catarse

É foda saber que o futuro é uma surpresa.
Ficar vivendo em função de previsões e expectativas;
Olhar para trás e não ter respaldo nenhum nos seus passos;
É ver o cara na corda bamba e torcer pra que ele caia.

Cai, filho da puta. Pra ver se aprende.

Fica aí confiando na corda que você encontrou pronta;
Em vez de gastar seu tempo fazendo a sua;
Cai, filho da puta. Tá todo mundo balançando a porra da sua corda mesmo.

Olhe pra baixo e se prepare pra encontrar o passado, nenhum futuro;
Pois o passado é sempre decepcionante;
Ele te segura e te faz andar em slow motion;

E como se não bastasse, apaga a ilusão da surpresa;
De um canto seguro depois do aço;
Do futuro bonito, sem um trilho tosco;

Só tenha certeza de que lá em baixo, você vai se ver:
Morto.

Desculpem a aparente falta de sentido e as palavras grosseiras… É culpa do título…
Mas é isso aí, vida magnólia… Vá dar risada do Donnie Smith, vai…

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02 de Novembro de 2005

.eu- Saco cheio…

E é isso aí…
Recém saído de uma semana um tanto quanto baixo astral regada a filmes (pseudo)cult, noites mal dormidas, resenhas de internet e axiomas intelectualóides decorados, estou aqui novamente para escrever!
Tenho feito muitas coisas na agência… Estamos com novas perspectivas de prospecção e os serviços estão cada vez mais (é pra ontem!) urgentes…
Tá, tudo bem… Ainda rola um tempinho pro velho açaí entre um layout e outro com os índios!

Bem no clima da 3ª faixa do cd de Seu Jorge, Cru. 

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10 de Setembro de 2005

.eu, lenda- Acho que me dá sorte…

De uns dias pra aconteceram umas coisas estranhas comigo… na verdade foram dois fatos isolados que estão me fazendo criar uma espécie de superstição.

Fato nº1– Indo para a Agência
Estava em pé, apoiado naquela porta do meio do ônibus, quando pela janela, olhei uma placa num daqueles shoppings do Itaigara… Eu estava indo em direção à Av. Manoel Dias e tinha que chegar cedo na Agência para finalizar uma campanha.
Foi aí que entrou uma senhora com um vazo de porcelana na mão, coberto apenas com uma tímida tira de papelão na sua base e acompanhada de sua netinha.
Quando, sem avisar, o ônibus deu uma freada brusca e todos nós fomos atirados para frente como verdadeiros “bonecos doidos”!
Tudo aconteceu muito rápido… A senhora largou a mão direita que segurava o vaso para se segurar no ônibus e ao mesmo tempo apertou a netinha contra a cadeira com sua coxa, impedindo que esta (a netinha, não a coxa!) voasse em direção ao motorista.
Assim, o vazo escorregava em direção ao chão…
Felizmente eu estava olhando para a janela e, de onde estava, pude pegar o vazo a centímetros da colisão com o assoalho de alumínio.
A senhora me agradeceu com a cabeça e sorriu. Salvei o vaso!

A placa que eu olhava estava sinalizando uma ótica chamada: “GOLDEN GLASSES”

Fato nº2 - O exame de direção
Estava eu, lá em Narandiba (aonde?), no exame prático de direção veicular.
Assim que me posicionei para realizar a famigerada BALISA, minha perna esquerda começou a tremer e o Fiat (da Auto Escola União) começou a dar sinais de fraqueza… Sem querer interromper o carro e tentando controlar a embreagem de uma forma quase “pakinsoniana”, felizmente eu consegui entrar na vaga com sucesso.
Olhei para o retrovisor… O examinador fizera sinal de aprovação… (Ufa!)
Comecei a retirada do veículo (com uma ré!!) e de repente ouço um barulho:
“RRRRRRRRRR!!”
Olhei novamente o retrovisor e percebi que tinha arrastado um pouco protótipo de fibra de vidro!
A imagem do meu instrutor Lindomar veio prontamente à minha cabeça: “Na balisa, se tocar no outro carro, perde!”
- Putamerda! Putamerda! (Repeti freneticamente!)
Foi aí que numa fração de segundos, percebi que o cara que estava monitorando o meu exame estava um pouco afastado e não tinha reparado na minha pequena barbeiragem…
Tirei o carro da vaga num piscar de olhos e ignorei o pequeno Furacão Katrina que passava na minha perna esquerda e a deixara mais bamba que dente de leite podre…
Recebi o sinal para prosseguir com o teste e esperar a minha vez para fazer o exame de rua. (Que alívio!)
Aí vem o fato curioso: Olhei para o examinador e percebi que ele estava disperso pois acenava para um amigo que estava sentado numa padaria ao lado da área do Detran… Fui salvo pelo pão!

E a padaria chamava-se “PÃO D’ORO”.

E aí… o que acham? Dá sorte?
Uuuuuhhh…

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01 de Setembro de 2005

.prêmios- Mais um? …Não, bateu na trave!

Sábado passado eu fui com os índios da TUPPI para um café da manhã no Blue Three Towers. Um hotel chique, e que possui um café da manhã tão farto quanto o da casa da minha avó. Motivo: Fomos convidados para a Premiação do Concurso Central do Outdoor Bahia.

Chegando lá, comemos um pouco, encontramos outros colegas de profissão e nos deparamos com vários figurões da propaganda baiana esfomeados e devorando croissants com muita vontade.Eu estava lá para apresentar o outdoor que fiz para concorrer na categoria Estudantil.

Meio ansioso e sem vontade de tomar mais nenhum iogurte, eu fui lá na frente, peguei o microfone, e defendi o conceito do meu outdoor na frente de um júri constituído por pessoas da área e de outros ramos…É, acho que me saí bem… Enquanto eu falava, percebi uma galera da Propeg acenando positivamente para a minha idéia e outras pessoas sorrindo, como se gostassem do que eu tinha feito… Isto já me bastou.

Tínhamos que fazer um outdoor com o tema: “Ética e Moral”.

Assim, minha idéia era fazer algo com uma pitada de humor e criatividade no intúito de ouvir outros publicitários falarem baixinho: “Que sacadinha filha da puta!” enquanto eu apresentasse.

- Deu certo.

central.jpg

 

Na contagem dos votos do júri eu fui me animando… Dos quase quarenta (já pré-selecionados), o meu outdoor ficou entre os três melhores. Só que infelizmente, a Central do Outdoor só premia o primeiro lugar… E entre os três finalistas, o selecionado não foi o meu.

Resumindo: meu amigo (e sócio) Luciano Midlej também ficou chateado com o resultado. Disse que o problema são os analfabetos visuais, da falta de humor do juri e que aquilo tinha sido marmelada… ou iogurtada…

Na real, ficar estressado com o resultado desses premios é que é uma grande merda… ou titica…

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08 de Agosto de 2005

.eu- Roteiro de um dia sem graça

Ficar procurando o que fazer é uma merda. A gente reclama do corre-corre do cotidiano e vive dizendo que não aguenta mais não ter tempo pra nada… Mas quando realmente não temos mais o que fazer, uma angústia irritante vai crescendo e nos incomodando de tal forma somos levados a um “roteiro de dia sem graça” como este:

(Atenção: A seguir serão descritos, passo a passo, os movimentos que fiz em um sábado enfadonho. Portanto, não exija muito de um texto concebido em tais condições.)

01. Peguei meu bloquinho de notas e procurei uma caneta que ainda estivesse funcionando no meio da bagunça da minha mesa;
02. Saí de casa sem rumo;
03. No caminho, pensei para onde iria;
04. Andei pela minha rua deserta e senti um certo medo de ser assaltado;
05. Mas superei o medo e continuei a caminhada;
06. Pensei na vida;
07. Senti vontade de fazer várias coisas (Tipo andar no meio da rua, tirar fotos, fazer um filme de ação e construir uma pista de gelo no lugar da calçada);
08. Chamei o primeiro ônibus que passou;
09. Fui levado;
10. Comecei a desenvolver a habilidade de escrever em movimento;
11. Olhei as pessoas e senti seus cheiros (nem sempre agradáveis);
12. Ouvi suas conversas e imaginei como eles deveriam se comportar no dia-a-dia;
13. Observei as excentricidades do motorista (ex: Óculos na cabeça, adesivos do Bahia no painel, flanela na marcha, encosto do banco com bolinhas anti-stress…);
14. Depois busquei olhar para os pontos que nunca olho na rua;
15. Não reconheci o caminho do ônibus e resolvi não me importar com isso, afinal eu já estava sem rumo;
16. Comecei a imaginar qual o nome da senhora de saia bege e camisa preta da Canal Jeans que estava sentada lá na frente;
17. Devia chamar-se Neide… e seu filho: Joel… talvez apelidado de Zinho…
18. Também imaginei o que “Zinho” levava na sacola… (Uma bola murcha? Um Uma galinha morta? Uma caneleira e um tênis topper?)
19. Admirei os casais mais humildes, como o sentado ao meu lado (Suas pulseiras iguais, seus óculos de sol, suas sandálias e seus apelidos de “Inho” e “Inha”…);
20. Acostumei-me a escrever no balanço do ônibus e resolvi que já está na hora de descer;
21. Avistei o mar e puxei a cordinha;
22. Andei por outras ruas;
23. As vezes parava para escrever e ao apoiar o bloquinho nos postes, sentia a vida seguindo em frente;
24. Suei;
25. Fui seqüestrado pelo nada;
26. Me frustrei por esperar algo interessante acontecer;
27. Por fim, fiz apostas comigo mesmo: “Se o próximo carro que passar for vermelho, eu volto pra casa…”;
28. Ver um carro vermelho passar, mas sentir preguiça…
29. “Ah, aquele não valeu… era meio vinho…”
30. Continuei andando e só voltei pra casa no fim do dia…

Em resumo: Desanuviei a cabeça e cansei as pernas…
Acho que foi uma boa troca…

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15 de Julho de 2005

.eu, lenda, prêmios- Conversas pela rua


- Ô Rapaz, eu te vi no outdoor!

Pois é Arnold, eu saí num outdoor… (Hunf! Grandes merdas! Não ganhei um tostão furado por isso!)
É que, por causa do prêmio que eu ganhei, a Universidade resolveu se promover às minhas custas (E nem um centavo da minha mensalidade foi abatido por causa disso…) Sabe como é…


- E que prêmio foi esse? Aquele “Colunistas”, foi??

Não Schwarzenegger, você é burro mesmo, viu?! O Colunistas foi no ano passado!
Ganhei o “Galo de Ouro”! No Festival Mundial de Gramado! Fiz uma campanha junto com meu amigo Pedro Chequer e ganhamos o primeiro lugar na categoria Prêmio Social. Curti muito o sul do Brasil e aproveitamos bastante os 5 dias que passamos por lá. - ver texto abaixo.
Foi bom que conhecemos gente de tudo que é canto do Brasil…, estudantes e profissionais…além de fazer amizade com várias pessoas interessantes! (Coisa rara nos Intercons da vida…)

É isso aí! E que venham mais prêmios!

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